Tudo se copia?
Na história da humanidade ninguém ou nada é de ninguém. Sempre tem alguma novidade, sempre tem alguma invenção e sempre tem alguém que assume a autoria desta ou daquela idéia e ao mesmo tempo todas as idéias são copiadas e muitas vezes melhoradas.
De que nos adianta uma idéia, uma boa idéia, se ela não for divulgada, espalhada, espraiada e repartida com os outros? Dizem que se dois indivíduos tem , cada um, uma idéia e a compartilham entre si, ambos saem com duas idéias.
Imaginem se Thomas Edison guardasse para si a invenção da lâmpada incandescente:
“Não vou contar a ninguém que isto funciona porque vão querer copiar e fabricar lâmpadas em larga escala e iluminar as noites que se tornarão dias e…”
E tem o Santos Dumont, o Arquimedes, o Alexander Graham Bell, o Levi Straus, o Martin Cooper e tantos outros.
E o que diríamos de Bill Gates?
E tem o google, o orkut, o Msn. Tá, é certo que alguém teve a idéia, alguém a divulgou e alguém ou alguns estão ganhando muitos dólares em cima disso, mas e se o autor da idéia a engavetasse? Se por puro egoísmo ou egocentrismo não repassasse a idéia a terceiros? Será que ainda estaríamos vivendo na idade da pedra? De cavernas em cavernas, de trevas em trevas, de homens caçando e mulheres caçadas?
Muitas palavras, frases e parágrafos para opinar sobre as cópias e os plágios que ocorrem em nossa blogosfera.
Para bom entendedor meio texto basta.
De que serve a internet se não para divulgar para todos aqui e em todos os lugares os textos, os artigos as fotografias? Penso que tudo o que é publicado pode ser republicado, copiado, usado em pesquisas, nas escolas, no trabalho, nas residências, de um blog para outro ou em qualquer lugar que se fizer uma cópia para este fim, dando os créditos ou não.
O espaço na internet é de domínio público e quando escrevo ou leio nos blogs ou no google ou onde for, estou ciente de que tudo ou qualquer coisa pode acontecer, desde publicar os meus nossos textos integral ou parcialmente, até lincá-los em outros artigos escritos.
Esta é a minha opinião, discordo dos que dela divergem, mas defendo até a morte o direito de divergirem.
“Este artigo é de autoria deste “pretenso” dono de blog e está liberado para qualquer tipo de uso, cópia, plágio ou republicação”
Paulão!
Sou contra cópias. Na internet, menos ainda, pois não se justifica.
Para que copiar quando podemos, simplesmente, indicar?
Concordo com propriedades intelectuais. Não há como eximir isso do conjunto produtivo.
Tenho que concordar com Lavoisier, mas dar crédito a quem batalhou pra construir algo não é ir contra a lei da conservação das massas, né? rs… Acho que é uma questão de respeito pelo trabalho, seja de quem for.
No meu caso, nao ligo muito não. Tb não tenho nada que alguém possa querer copiar, a não ser idéias. E idéias copiam-se, não se plagiam.
Beijo Paulo.
Sérgio:
Nem todos têm este discernimento.
Abraço.
Loba:
Nas cópias ou nos plágios, mais cedo ou mais tarde, identificamos seu autor, tanto da cópia como do original.
Bj.
Posso acrescentar algo!
Uma vez uma menina que lia um outro blog que tinha na net, simplesmente pegou meu post sem mudar uma palavra, copiou, colou no blog dela e publicou como se ela tivesse escrito! Podemos gostar da idéia de alguém mas se isso veio de um alguém é preciso fazer referência!
Uma outra questão é do “plágio inconsciente”. Por várias vezes escrevemos algo ou temos um idéia que alguém já teve ou fez e achamos que aquilo é único. Logo vem alguém dizer que já viu aquilo antes feito por fulano! Esse tipo de situação é meio incontrolável mesmo…
Beijos
Acho que esta menina já não te tem mais como leitora, Dama.
E é isso que devemos fazer.
E esta do plágio inconsciente ocorre seguidamente.
Bj.
Pelamoooordedeus, eu copio, admito, mas sempre - SEMPRE - digo de onde copiei… rs. Acho mesmo que tem que se respeitar o suor alheio. Eu às vzs copio pq me sinto incompetente pra falar sobre algo, mas me sentiria ainda pior se não conseguisse colocar o nome de quem fez o que eu copiei…
Enfim! Bjão!
Eu não sou contra a propagação e “melhoramento” das idéias.
Acho que elas devem sim ser divulgadas e utilizadas, principalmente quando isto ocorrer para um bem maior.
Só sou completamente contra a cópia, o plágio.
Afinal, qual o problema de se informar a fonte? Ou então se sua idéia foi baseada na de alguém, porque não dizer que você apenas aprimorou.
Plagiar, pra mim, só demonstra que a pessoa quer receber reconhecimento sem ter trabalho nenhum.
Beijo!!
Ah, eu criei um selo e tô te oferecendo ele lá no meu blog.
Paulo, respeitar a criatividade de qualquer pessoa é o mínimo que possamos oferecer, para conosco e para quem de uma certa forma nos dá a mesma credibilidade.
“Dai a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mc 12, 13-17)
Beijo
Concordo que devemos ter o reconhecimento pelo que produzimos mas na Internet estamos sujeitos a tudo e a todos.
Bj, gurias.
Nathália:
Obrigado pelo selo.
Farei bom uso dele.
por mim tudo bem, podem copiar, escanear, rasurar, desde que dêem o devido crédito.
Dar o crédito é que são elas, Rayol.
Concordo com você, imagina se ninguém mais criar apenas pelo medo de que o outro copie. Não quer ser copiado, imitado, guarde tudo na gaveta ou faça uma fogueira e pronto.
Outro dia disse a uma pessoa que a preocupação dela não era com o que ela escrevia e sim com o fato de alguém ser mais competente que ela no sentido de ganhar dinheiro. Afinal, ela copiou um texto e conseguiu vendê-lo e a pessoa em questão só conseguiu escrevê-lo. Nem preciso dizer que gerei mal estar com o comentário. Abraços e grata pelo link.
Parece paradoxal, Lunna, mas não é.
Concordo, também, com esta parte da competência.
Bj.
Olha só que coincidência…..
Justamente esses dias e PRINCIPALMENTE HOJE, venho tendo problemas com isso. Estou passando por uma situação de dúvida com relação a essa questão do plágio.
Já me copiaram bastante na net. Vira e mexe eu encontro poemas meus em outros blogs sem o devido crédito. E não é nem um pouco agradável ver outras pessoas se apossando da sua criação como se fossem delas. É realmente uma invasão difícil de se engolir.
Cansei de ver poemas meus por aí. Então coloquei um código anti-cópias no blog, além de o ter registrado no Creative Commons. Isso não adianta muito, mas já dificulta para os preguiçosos internautas.
Enfim….. Atualmente a questão tomou outras proporções maiores e eu ando bastante desconfiada de que algumas pessoas estão querendo me dar um golpe e “roubar” meus poemas. Estou correndo atrás e me garantindo como posso.
Ninguém deveria se apropriar do que não é seu. Seja algo material, seja intelectual ou artístico. Isso não se faz.
Todo artista merece ser reconhecido pela sua obra. Verdadeiramente sua.
Copiar é feio. E é muito, muito ruim pra quem é desrespeitado. Dói. Revolta. Eu sei disso na carne.
Opinião de quem já passou por isso. Opinião de quem sempre preferiu criar ao invés de chupar feito sangue-suga de outras mentes mais favorecidas. Essas mentes, eu prefiro admirar.
Beijucas, Paulo querido, e desculpe pelo comentário monstruoso.
Feliz dia dos namorados! Muitos beijinhos e namoricos pra ti e tua amada.
Baci mille.
PS: Qualquer hora te conto essa história que citei acima com detalhes. Se quiser.
O problema, Van, é que a rede é de todos e não tem como controlar
A questão mesmo é a consciência de cada um.
Vou querer saber a história completa.
Bj.