O sentido do sentimento
Percorrendo as curvas do teu corpo
Reduzo a velocidade do meu andar
Apreciando o que sinto.
A pele macia
as mãos
o sorriso
o gozo.
Carícias que nos ascendem
Carícias que acendem em nós
o desejo, o amor, o tesão.
São dois corpos entre lençóis
que vão se perdendo no chão
do quarto.
O quarto que se transforma
e as quatro paredes se expandem
e se comprimem
tal qual nossos corpos
que atingem o ápice da relação.
Não há limites,
Não há limites.
Não há segredos.
Não há começo
E não há fim
Nada como uma narrativa bem feita de um momento tão bom.
Dá até para sentir coisas. Hahaha
Beijo!
Obrigado, Nathália.
Sentir é entender o sentimento.
Bj.
Paulo…..
Não sei se já o leu.
Muito me agrada essa tua veia poética. Acho que já disse.
Lindo poema. Sensual. Gosto disso!
“Não há limite. Não há segredos.”
Isso me lembra muito um poema meu…….
Beijucas
Sabes que leio todos, Van.
Limites e segredos semelhantes…
Bj.
Paulo
Muito bonito, sensual, sensível. E como diz Nathália: dá até para sentir, imaginar, sonhar….
Nos presentei com mais desses.
beijos
Que bom , Paula, que o poema te sensibilizou.
Vou publicar…
Bj.
Agora já posso fechar os olhos e adormecer com as sensações. Nada com um poema num cair da noite. Abraços meu caro…
Boa noite e bons sonhos, Lunna.