O sentido do sentimento

Percorrendo as curvas do teu corpo

Reduzo a velocidade do meu andar

Apreciando o que sinto.

A pele macia

as mãos

o sorriso

o gozo.

Carícias que nos ascendem

Carícias que acendem em nós

o desejo, o amor, o tesão.

São dois corpos entre lençóis

que vão se perdendo no chão

do quarto.

O quarto que se transforma

e as quatro paredes se expandem

e se comprimem

tal qual nossos corpos

que atingem o ápice da relação.

Não há limites,

Não há limites.

Não há segredos.

Não há começo

E não há fim

8 comentários para “O sentido do sentimento”

  1. Nada como uma narrativa bem feita de um momento tão bom.
    Dá até para sentir coisas. Hahaha

    Beijo!

  2. Obrigado, Nathália.

    Sentir é entender o sentimento.

    Bj.

  3. Paulo…..
    Muito me agrada essa tua veia poética. Acho que já disse.
    Lindo poema. Sensual. Gosto disso! ;)
    “Não há limite. Não há segredos.”
    Isso me lembra muito um poema meu…….
    ;) Não sei se já o leu.
    Beijucas

  4. Sabes que leio todos, Van.

    Limites e segredos semelhantes…

    Bj.

  5. Paulo
    Muito bonito, sensual, sensível. E como diz Nathália: dá até para sentir, imaginar, sonhar….

    Nos presentei com mais desses.
    beijos

  6. Que bom , Paula, que o poema te sensibilizou.

    Vou publicar…

    Bj.

  7. Agora já posso fechar os olhos e adormecer com as sensações. Nada com um poema num cair da noite. Abraços meu caro…

  8. Boa noite e bons sonhos, Lunna.

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