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O racismo e a consciência da sociedade
Hoje, 20 de novembro, é o dia da consciência negra.
Temos necessidade de criar “dias” para homenagear, lembrar ou dar espaços as ditas minorias?
Sempre fui contra (e continuo sendo) a estas datas que dão-me a impressão que são instituídas somente para dar vantagens e privilégios a quem as instituiu.
Somos um país racista, (aqui no Rio Grande do Sul onde o povo em sua maioria é de origem européia é muito forte o racismo contra os negros) mas não vejo racismo somente na cor da pele. O racismo está enraizado em nossa sociedade e se manifesta de muitas maneiras.
Qualquer pessoa, de qualquer cor, é marginalizada
dentro de determinados grupos da sociedade e só consegue minimizar o efeito que esta marginalização provoca sobre ela, ignorando as suas ações.
Assim como alguns conseguem criar um escudo repelindo, outros aproveitam-se destas ações para levar todas as vantagens que se-lhes apresentam.
O pior racismo é o que se manifesta através de privilégios a quem quer que seja pois são estes privilégios que aumentam a distância entre as classes.
Todo dia deveria ser dia de consciência, mas pelo que vemos Brasil a fora há de ser uma consciência negra, parda, rocha, rosa; consciência política, escolar, jurídica, democrática, religiosa etc.
A sociedade precisa aceitar-se como ela é, porque é através dos seus preconceitos reeditados ano após ano que ela se escraviza, marginalizando irmãos e criando abismos que se tornarão intransponíveis.