terça-feira, 22 de setembro de 2009

O que nos resta

Acordo e

a necessidade

lateja.

A cabeça,

ainda,

inconsciente.

O dia inquieto

provoca reações

impensadas

O sol, o vento, as nuvens

se manifestam.

O silêncio

me abandona e

os sons do tudo

me embriagam.

Falta-me ar

e resta-nos o céu

e as estrelas.

Categorias: Poesias
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8 Comentários

23 de setembro de 2009

…como não poetizar diante de um céu
e estrelas?

beijo, poeta lindo!


23 de setembro de 2009

Há momentos em que o silêncio nos abandona, mas ainda bem que existe as estrelas e o sol!!
Bom diia!!^^


23 de setembro de 2009

Sei bem como é essa sensação, parece que o mundo grita da nossa mente, mas ainda bem que existe para onde o olhar fugir e ao menos por lá, por alguns míseros segundos, o silencio existe. Beijos


24 de setembro de 2009

Abaixo do céu e das estrelas, estão nossas necessidades – respire!! :D Beijus


24 de setembro de 2009

Paulo,

Vida dura a nossa, mas enfim, ainda nos restam o céu e as estrelas. :D DD

Beijos


25 de setembro de 2009

Santa embriaguês! Linda poesia, se restar o céu e as estrelas, já restou muito.
Beijos.


26 de setembro de 2009

resta-nos o céu

e as estrelas.

resta-nos muito!

Bom dia Paulo!


27 de setembro de 2009

Impressionante! Você conseguiu transformar em poesia meus dias angustiantes, desgastantes…
Ah, nos resta tanta coisa… o céu, a esperança, o futuro, um dia de amanhã um pouco mais tranquilo!
Boa semana,
Beijos


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