O mal que me assola
Sofro de uma doença (in)curável. É difícil para mim falar sobre ela, mas após mais um episódio do Dr. House encorajei-me.
É uma doença que me acompanha a muito. Trata-se de um vírus que instalou-se no meu organismo e afetou, principalmente, o cérebro e o coração. No início mexeu com meu raciocínio lógico o que me fez ter atitudes e tomar decisões irracionais que normalmente não tomaria.
Meus amigos íntimos filhos sabem, pois convivem comigo, que esta doença, por vezes, até diminui os sintomas, mas quando menos esperamos lá está ela manifestando-se novamente.
Já morei em diversas cidades para variar o clima. Já trabalhei em diversas empresas para conviver com outras pessoas. Já passei férias com a esposa em diversos lugares, no frio, no calor, no sol ou nas sombras onde as temperaturas são mais geladas.
Já tentei tratamentos milagrosos, já tentei a religião, até tentei charlatões, mas nada de cura.
A doença foi aos poucos tomando conta do coração que se tornou, além de uma bomba que administra o corpo, uma peça chave nas decisões extra corpóreas que tomamos.
O amor realmente é uma “doença”. Por trinta anos ele me acompanha e vai dia, vem dia, parece que aumenta.
Vou confessar:
Sofro do “Mal do amor!!”
Esta “doença” que foi crescendo aos poucos tornou-se crônica tomando conta por completo do meu corpo e minha alma.
Tá certo. A medicina evolui ano após ano, mas torço para que não descubram nunca a cura para este mal, que a doença permaneça causando todos os efeitos que causa e que esta paixão que sinto se eternize.
Torço para que o “Mal do amor” se espalhe e tal qual a dengue se infiltre onde possível for.
Que o “Mal do amor” atinja todos vocês.
Paulo vim a cá conhecer o movido, e me deparo com um novo companheiro de assistir as aventuras do Dr. Gregory House…
Para o mal de amor não a cura, o diagnóstico ás vezes nos engana, os sintomas nem sempre perceptíveis, mas quem sofre deste mal sabe e sente no corpo e na alma.
Espero que não se importe de linkar vc lá no meu espaço…e peguei a receita do sanduiche…
Abraço!
Bem vinda Tânia. Já linkei o “falandonisto” a um bom tempo.
Que bom que este mal não tem cura.
Abraço
Ahhh o amor.
É cura quando é incurável.
Que você jamais se cure, Paulo.
Beijuca
Valeu Van
Idem, idem, para ti também.
Bj.
Parabéns duas vezes, companheiro!
Primeiro, por contrair esta doença e cultivá-la dia após dia. Segundo por falar dela desta forma original e gostosa. Como diz Drummond, amor com amor se paga!
Beijocas
Temos que ter coragem, Loba e não deixar que o dia a dia nos modifique.
Bj
oque vc quiz passar para as pessoas ….esse mal me faz mal sim…pois sempre acho que tenho que ter uma pessoa de escora perto de mim….preciso entender a onde ela esconde esta parte boa…me ensina por favor …parece que tenho sempre me movimentar lembrando de amor do passado ou procurando..um novo….nao e sexo…e sim carencia….porque vc diz que uma coisa que me faz ser tao insegura..para vc e bomm…me ajuda….por favor sou movida a amor…..sou infeliz…….
O amor rompe fronteiras.
Inseguros todos somos mas mais cedo ou mais tarde encontramos
o que procuramos.
A infelicidade é passageira.
Abraço, Merli