terça-feira, 7 de julho de 2009

Imprecisões

Perco a identidade

vasculho e não me encontro.

Os pontos obscuros

sinalizam a perdição.

Em fuga,

avisto as luzes brilhantes

que ofuscam meus pensamentos.

Doses cavalares de imagens sobrepostas

me confundem,

mas retratam

os fatos e atos registrados.

……………………………..

A multidão faz fila

pra tocar o caixão.

Categorias: Poesias
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5 Comentários

07 de julho de 2009

Espero que o caixão não seja banhado a ouro também.
Grande abraço


08 de julho de 2009

Poesia tem disso né? Interpretação de quem faz a leitura …. :)
Tipo imaginei MJ dentro do caixão vendo isso, ou de fora entende? Gosto do angulo da visão do morto.
Abraço


09 de julho de 2009
Euza

Paulo! Que barato ver vc poetando! Sabe que adoro, né? E este poema tem sua marca registrada: finaliza com o inusitado! Vc é bom nisso!!! rs…
Beijocas


09 de julho de 2009

Nossa… forte isso! Não esperava nunca um caixão no final!


09 de julho de 2009

Nunca me encontrei.
Ou quase nunca.


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