segunda-feira, 22 de junho de 2009

Escravidão

A vida

enfim.

Acabou.

Os anos, as rugas,

os desgostos.

Escravos somos todos

Escravos

da  dor, do dia, da noite,

do amor.

O amor

enfim

acabou a noite

acabou o dia

acabou a dor…

Prá que rimar?

Categorias: Poesias
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4 Comentários

23 de junho de 2009

Prá que rimar?
Fica mais bonito…rs, mas não menos doloroso.

Bom dia Paulo!


23 de junho de 2009

Pergunta difícil, hein?!

Morte e Vida? Sei não se rima, mas que rima… isso rima, rema, ruma… ;)

Beijos, querido.


23 de junho de 2009

E quem disse que não rima? Imagina… Caetano conseguiu rimar mãe com champagne… A rima nem sempre precisa ser rima e sim combinação.
Gosto desse tom de poesia que tu escreve.
Abraço


23 de junho de 2009

Sempre há rima numa poesia, assim como sempre há algo profundo sendo revelado nos detalhes das palavras.

Pequenas palavras, poesia marcante.

Grande abraço, Paulo!


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