Doar ou não doar órgãos, eis a questão!
Quem nunca soube de alguém que precisasse de sangue, de um coração, rin, fígado ou qualquer outro órgão para sobreviver?
O drama de quem necessita e enfrenta filas é enorme. Muitos são os que precisam e poucos os que doam.
Vi uma entrevista de uma pessoa que sobrevive, hoje, graças a um coração recebido e é emocionante ouvir o relato da longa espera, da operação e da vida nova que a pessoa começa.
Não consigo entender porque nos recusamos a salvar vidas (será que isto é só tarefa de “Deus”?) com um simples gesto, um doar a outrém o que ainda de bom funciona em nossos corpos.
Havia uma lei em que todos os brasileiros eram doadores a menos que declarassem-se “não doador”, mas agora doação só com autorização da família.
É hora de nos sensibilizarmos.
E cada um, no seu círculo, influenciar os amigos e colegas e familiares a se tornar um doador de órgãos , antes que seja tarde, e, lá do hospital ou quem sabe de uma fila de espera, estarmos aguardando o nosso doador…
Paulo, espero, como você, que as famílias sejam mais conscientes da necessidade da doação de órgãos e possam ajudar a salvar vidas já que a vida da pessoa que elas amam não existe mais. Abraços.
Um gesto que pode transformar dor da morte em continuidade da vida !!
apoio a doação de orgãos, e sou uma doadora !!
espero também que as pessoas se conscientizem da importancia deste gesto de solidariedade com o seu próximo !!
Que bom, Ana, que tem pessoas como tu que tem este discernimento.
Doar órgãos é um ato de amor.
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