Artigos da categoria ‘Soluções fáceis’

28 de janeiro de 2010

Colcha de calças de jeans usadas

Aplaudo sempre as grandes idéias, mas quando a Marlene veio com esta, confesso que fiquei meio cético: Fazer uma colcha para cama de casal com calças jeans usadas, ao meu ver, seria impossível. Para ela não.

Arquitetou, pesquisou, desenhou, lubrificou a máquina de costura, abriu o bau, procurou no fundo das gavetas e dos roupeiros, cortou o cós, as partes rasgadas e o que não dava para utilizar, alinhavou, costurou e … fez a colcha.

Surgiram calças e mais calças e mais calças de anos e anos de uso, calças minhas, calças dela, calças dos filhos, calças bem lavadas, surradas, calças quase novas, calças usadas e usadas e usadas como aquela da Camila que já estava se desintegrando e ela insistia em usar, calças como aquela minha que rasgou toda naquele dia em que precisei fugir dos quero-queros me me perseguiam com rasantes e seu ferrão a mostra e ao pular a cerca fiquei preso no arame farpado, calças com o aquela em que…   são tantas histórias envolvidas que um texto só não basta.

Não sei de onde ela consegui tanto jeans, porque muita roupa que não usamos mais doamos a quem delas possa, ainda, tirar proveito, mas enfim a colcha ficou pronta conforme a fotografia abaixo demonstra e o meu ceticismo deu lugar a alegria de ver uma colcha nova sobre a nossa cama.

(clique na imagem para ampliá-la)

Até o Fredy gostou da idéia e como disse lá no início, grandes idéias, muitos aplausos.

24 de janeiro de 2010

A psicologia entre pais e filhos

Todo pai e toda mãe tem que usar muito de psicologia para administrar os filhos, dar exemplos, compreendê-los, encaminhá-los. Nestas minhas andanças já vi muita coisa sendo usada e tem uma que o meu cunhado sempre usava e outra que nós criamos lá em casa, que tinha e tem um efeito sobre os nossos filhos e que repassamos a nossos amigos que usaram na educação dos filhos deles.

-Bagunça generalizada e o Cristiano tentando por ordem na casa, filho pequeno, amiguinhos, correria, pulos na piscina, bola pra cá e pra lá, mais correria, a água da piscina invadindo o espaço da churrasqueira, crianças, pulando na água, água voando sobre as mesas, bolas, crianças, água e ninguém ouvindo os apelos carinhosos do churrasqueiro na tentativa de amenizar os efeitos negativos das brincadeiras que já estavam extrapolando o bom senso, até que do alto da sua experiência de pai-psicólogo ele pega seu filho pela mão, arrasta-o para um canto, abaixa-se e explica falando baixo, explica falando normal e por fim explica GRITANDO já que era só desta maneira que o garoto entenderia. E entendeu. Depois deste episódio, sempre que necessário, dizíamos : Queres que eu explique como o tio Cristiano explica? Claro que não precisava pois a lição ficou na memória de todos.

-Almoço servido, purê de batatas, molho de frango, salada e nossa filha de três anos não querendo comer. Tentativas da mãe, tentativas do pai e nada da criança comer, mais tentativas, mais conversas e nada. A criança chora e reclama e chora e não quer comer. O pai e a mãe já irritados e sem mais idéias para convencer a filha, até que na última hora o pai-psicólogo entra em ação, pega o prato, divide ao meio o purê que tem nele e diz: Dividi tua comida ao meio, primeiro tu comes esta metade e depois tu comes a outra metade. Pronto. Criança feliz, mãe feliz, pai feliz. A guria comeu tudo e mais uma máxima na psicologia foi criada.

Estudos são feitos, livros são escritos, mas a experiência que os pais adquirem com os próprios filhos não tem preço.

Entenderam? Não? Última chance: Primeiro leiam a metade de cima, depois a outra metade ou vão querer que o tio Cristiano EXPLIQUE…

7 de dezembro de 2009

O poder da pontuação

Recebi, da Patrícia, este texto, por e-mail. Muitos já o conhecem, poucos, talvez, não, mas mesmo assim resolvi colocá-lo no blog para nossa reflexão.

Sobre a Vírgula



Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.


A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.


A vírgula pode condenar ou salvar..
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!


Uma vírgula muda tudo.

Faça a sua escolha:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.



* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER…

Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, andaria de quatro a sua procura.


* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM…

Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher andaria de quatro a sua procura.

Se podemos dizer isto da vírgula, o que não poderemos dizer do ponto final.


Chegou o Windows 7: Incrivelmente simples! Clique e conheça.

18 de março de 2009

Filosofia de vida

Ontem, 17/03/2009, passei o dia num hotel no centro de Porto Alegre/RS, assistindo a um curso ministrado pelo RH da empresa,  sobre Recrutamento e Seleção de pessoal. Muito revi e muito aprendi.

O bom destes cursos é que nos encontramos com colegas de outras unidades da empresa o que nos possibilita a troca de experiências. (não quero dizer com isto que os intervalos são melhores que o curso propriamente dito, Suzana)

Entre uma conversa e outra conversei com um colega que, aqui chamarei de “Sr Amaral”, saiu-se com esta filosofia que faço questão de repassar e recomendar:

“Devemos fazer o nosso máximo, nas condições que nos são oferecidas e no local em que estamos exercendo a nossa atividade.”

Não sei se ele a copiou de alguém. Não sei se ele é o autor do pensamento. Só sei que é uma filosofia que adotarei e tentarei seguí-la no meu dia a dia, pois por vezes a pressão é muito grande, as metas nos parecem maiores do que deveriam ser e o não atingimento delas nos levam a frustrações inenarráveis.

Chega de stress.

11 de janeiro de 2009

Cuidado com a síndrome do blogueiro compulsivo. Participe da ABCA

Estou doente. (dizem que  admitir isto é um passo importante)

A droga é uma droga!

A Síndrome do Blogueiro compulsivo me pegou e o tratamento é necessário e urgente. Socorro! Já inscreví-me na ABCA (Associação dos blogueiros compulsivos anônimos) e espero curar-me. Não fui a nenhuma reunião ainda, mas posso garantir que hoje completo dois dias sem acessar nenhum blog, sem abrir meus e-mail’s, sem fazer comentários. Já estou deletando alguns blog’s que acompanho pelo Feed e vou simplificar.

Quando se percebe que “Jesus está chamando” é porque é hora de acordar e ver que algo está deteriorando. O que era para ser um prazer tornou-se um dever, uma obrigação e publicar artigos e poesias e fotos e documentários para compartilhar com o mundo virtual me escravizava, me cegava, me estressava e me levava a linkar outros blogs que me viciaram.

Todos os dis acordava e ia direto ao computador à procura daquela dose diária, acessava esse, aquele e mais este e que cujos inúmeros comentários me levavam a este, aquele e mais este e assim sucessivamente, ad infinitum. Era uma corrente enorme que se rompia somente pela necessidade de ir ao trabalho, que também já estava sendo prejudicado e se ligava nos intervalos ou logo mais à noite, após o expediente.

É claro que não vou assumir sozinho a culpa, pois os blog’s também a tem. Produzir bons artigos e links para outros blog’s com bons artigos me viciaram e se fosse consultar um advogado, amigo meus, ele diria:  PROCESSA, mas não vou chegar a este extremo.

Procuro a cura e vou encontrá-la. Não aceito receitas milagrosas, não precisam mandar, pois já escolhi o meu caminho. Chega de abraços e beijos virtuais. Chega de msn com quem nem conheço. Chega!!!

Dos comentários quero distância, não vou comentar mais, pois até ali o vício se manifesta e a exigência de um ou outro blogueiro dizendo que a quantidade ou a qualidade de comentários em um blog é melhor ou pior, ou mais assíduo que em outro, me repugna. Socorro!

Já nem me alimentava mais direito, perdia peso em função disso, ou ganhava peso pelos salgadinhos e bolachinhas que consumia a exaustão.

Os amigos pessoais já nem me convidavam mais. Restaurantes, pizzarias, festas não frequentava mais. E a família, então, não brincava mais com o meu gato cão, não fazíamos mais aquelas rodas de chimarrão, aqueles churrascos dominicais, não tínhamos mais diálogos.

Estou em busca da cura e espero encontrá-la, libertando-me e voltando a usar o meu blog e não deixando que ele nem a “blogosfera” me usem.

Esta síndrome é um mal e todos deveriam fazer um check-up.

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