Meme/correntes

Lendo este artigo aqui, deparo-me com uma idéia que combina com algo que já queria ter manifestado.

Correntes como estas que vem sendo disseminadas nos blogs me causam asco, pois, ao meu juízo, nada contribuem para o crescimento deles.

As correntes, denominadas incorretamente de meme , vão sendo indicadas de um para outro blog e se proliferando tal qual uma erva daninha que infesta de perguntas a espera de respostas que invariavelmente são sinceras escritas a toque de caixa para não desagradar os amigos.

As correntes já se manifestaram de várias formas e em todos os meios da sociedade. Como aquelas que vinham por carta (mais recentemente por e-mail e muito usado no Orkut) e que se fossem quebradas algo de ruim poderia acontecer.

Correntes, pirâmides, tô fora.

Homens, o verdadeiro sexo frágil

Ontem passei a tarde dentro de um hospital. O Hospital São Lucas-PUC/RS.
Fui acompanhando minha esposa que está com alguns sintomas que a preocupam.

Mulher é um ser humano complicado. Depois de dois partos normais, uma cezariana, duas cirurgias de fístula, uma cirurgia de visícula, apêndice e até a estirpação das amigdalas, aparece com suspeita da Doença de Crohn.

É evidente que a médica, conheci-a ontem no consultório, requereu exames de sangue, Endoscopia, Colonoscopia, cujo processo acompanhei, no mesmo hospital e cujos resultados ficamos sabendo agora.

A evolução dos diagnósticos da medicina me deixam boquiaberto, com aparelhos sofisticadíssimos e completamente computadorizados, os médicos e suas eficientes enfermeiras penetram no nosso corpo e dissecam milímetro por milímetro a procura do motivo que possa estar nos causando o desconforto e em seguida implantar o tratamento tão necessário para nossa cura.

Sala da médica (só meia hora de atraso), pasta com os resultados sobre a mesa. conversa formal entre médico e paciente (e eu ali de testemunha) e rápidas conclusões:

É uma inflamação e os achados do diagnóstico endoscópico dão conta de que podem ser compatíveis com a Doença de Crohn.

A dr. Marta receitou Pentasa 500 Mg  para observar a evoluçao e o provável declínio da inflamação e futuro exame sanguíneo para constatação.

A mulher é um ser humano complicado, mas se fosse para mim, homem, forte (que sente vertígens só de pensar no cheiro de hospital ou desmaia ao ver sangue), passar por tantas cirurgias e diagnósticos e além de tudo, não ter problemas com colesterol, triglicerídeos ou pressão arterial e enfrentar tudo com a maior naturalidade, já teria desistido.

Afinal somos o sexo forte e coisas pequenas assim não nos derrubam.

As férias e uma tese (in)defensável

Hoje foi o último dia de trabalho antes das férias (volto só depois do carnaval). A partir de amanhã e por curtos 20 dias (sim porque sempre queremos mais) estarei fazendo de tudo menos o que comercialmente faço.

Descansar, ler, visitar blogs, escrever, descansar, organizar a papelada que sempre acumula nas gavetas, caminhar, tomar chimarrão, cozinhar, levantar cedo para ter mais tempo para não fazer nada, descansar. Férias são para isto.

Isto tudo na primeira semana pois nos dez dias sussessivos viajaremos até Santa Catarina, mais precisamente Imbituba e visitaremos todas as praias da região.

Tirar férias é um direito de todos os trabalhadores (obrigado Getúlio Vargas).

Como empresário, certa feita, levantei uma tese de que com o passar do tempo o trabalhador tira mais  férias do que realmente trabalha.

Exemplificando:

Ano 1  -  12 meses de trabalho  -  1 mês de férias (ano 2)

Ano 2  -  11 meses de trabalho  -  1 mês de férias (ano 3)

Ano 3  -  10 meses de trabalho  -  1 mês de férias (ano 4)

Nestes três anos vimos que os meses trabalhados vão diminuindo, primeiro 12 meses, depois 11 e 10 meses e assim seguindo até ter mais férias que trabalho.

É  muita teoria…

Depois constatei (como trabalhador) que era paranóia, que era melhor curtir as férias e deixar o patrão com esta despesa (claro que devidamente repassada aos custos dos produtos).

Mas que a tese é boa e merece ser discutida, isto ela é .

Quem se habilita?

Bali - Kioto / precisamos de soluções

Traçar um mapa para tentar combater o aquecimento global como este que traçaram nesta reunião da ONU em Bali (Indonésia) - a 13 Conferência das Partes sobre o clima é e deveria ser saudada por todos nós, mas se observarmos os resultados alcançados a partir da assinatura do Protocolo de Kioto (este os EUA não assinaram) veremos que são pífios.

O Mapa do Caminho de Bali é o documento (assinado na última hora pelos EUA) que servirá de base para as reuniões e decisões a serem tomadas com vigor até 2009, onde o tema desmatamento será o mais enfocado.

Sabemos que o objetivo dos países é o Macro, mas nós habitantes deste planeta que está cada vez mais problemático, podemos agir no Micro e contribuir para a melhora do meio ambiente .

Estou fazendo parte da minha parte.

Gastar menos água, poupar energia elétrica, cultivar as próprias hortaliças (sem agro-tóxicos), tentar poluir o mínimo possível e conseguir novos adeptos não deixando tudo nas mãos de pessoas como alguns representantes brasileiros (180 na conferência) de cujas intenções devemos duvidar.

Conforme diz Élio Gaspari em sua coluna no Correio do Povo (16/12/2007) o principal representante enviado pelo Brasil é o Governador do Mato Grosso que é conhecido na região pelo seu apetite voraz pelo desmatamento em defesa do plantio do soja.

Se os representantes do Brasil (que é um país sério…) são assim, imaginem os demais do norte e da Europa.

Não, nem imaginem, façam a sua parte.

Os problemas mecânicos da nossa Língua portuguesa

Somos brasileiros, mas que língua falamos, escrevemos ou lemos?

Será que a nossa Língua Portuguesa é a que lemos nos livros didáticos, aprendemos nas salas de aula, ouvimos nos discursos dos políticos, lemos nas páginas dos jornais, ouvimos nos programas de rádio e televisão ou será que é a que ouvimos nas ruas, nos bares, no trabalho e até no teatro e cinemas?

Sempre gostei de estudar Português no colégio.

Gostava da interpretação de textos, das análises sintáticas que fazíamos, das redações que éramos obrigados a fazer e até das figuras de linguagem que até hoje procuro usar nos meus escritos ou conversações.

Tive, certa época, um professor que dizia que a língua era feita pelo povo e era do que o povo falava ou escrevia que se formava a verdadeira língua de uma nação.

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Até posso concordar mas quando vejo coisas como estas aí da foto brasil, (enviada por e-mail por um colega) fico a imaginar o que será desta nossa língua daqui a alguns anos.”Fumo, fiquemo, voltemo, peguemo, olhemo, poblema,” são algumas palavras que já se incorporaram ao vocabulário dos brasileiros.

Observem as placas nas ruas, anúncios de empregos, de vende-se, até placas de publicidade, sempre terá algo que nos faça rir ou chorar.

E por fim, se tiverem algum “poblema” mecânico no vosso carro, não o levem a esta “ALFISINA” porque ele poderá retornar com problemas bem maiores (e posso garantir que não serão matemáticos).

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