Fazer a social

A Nathália é uma mutante. Não, ela não tem asas. Não, ela não lê pensamentos. Não, ela não fica invisível. Não, ela não isso e não aquilo. Tá bom, ela é inquieta, acometida de uma metamorfose camaleônica típica dos adultos adolescentes. Nunca está satisfeita com o que produz e isso é bom e está sempre buscando a excelência.

Neste artigo aqui ela fala do “Fazer a social” e pelos cometários parece que a maioria concorda com ela, mas eu me questiono: Como vamos acabar com esta praga? Quem é que a alimenta através de todas as gerações? Não acho a resposta mas concluo que hoje somos nós os atingidos mas amanhã faremos as mesmas coisas com os nossos filhos e nossos netos.

Por onde começam os nossos erros?

Tornar os nossos bebês uns bibelôs fazendo com que dêem “tchauzinhos”, atirem beijinhos, dancem o créu, imitem isto ou imitem aquilo. Assustá-los com a nossa psicologia de botequim criando “bichos-papões”, “sapos que pegam”, “papais-noéis”, “coelinhos da páscoa” e tudo o mais que facilita a vida dos adultos cada vez mais baseados preguiçosos.

É claro que a culpa toda não é nossa, pois por vezes tentamos e tentamos, mas aí vem os familiares, vem a escola, vem a sociedade em geral e confunde a cabeça dos filhos cuja educação tentamos direcionar da melhor maneira possível.

Neste ponto entra a nossa concientização:

Se sentimos hoje, na pele, tudo isto que citei, temos o dever de mudar esta história, melhorando a educação que damos aos nossos filhos e revendo o que nos aconteceu para não reeditarmos e amanhã ou depois, apertarmos as bochechas dos filhos de nossos amigos/amigas, ou tenhamos vontade de matar alguns ou a todos…

Tudo se copia?

Na história da humanidade ninguém ou nada é de ninguém. Sempre tem alguma novidade, sempre tem alguma invenção e sempre tem alguém que assume a autoria desta ou daquela idéia e ao mesmo tempo todas as idéias são copiadas e muitas vezes melhoradas.

De que nos adianta uma idéia, uma boa idéia, se ela não for divulgada, espalhada, espraiada e repartida com os outros? Dizem que se dois indivíduos tem , cada um, uma idéia e a compartilham entre si, ambos saem com duas idéias.

Imaginem se Thomas Edison guardasse para si a invenção da lâmpada incandescente:

“Não vou contar a ninguém que isto funciona porque vão querer copiar e fabricar lâmpadas em larga escala e iluminar as noites que se tornarão dias e…”

E tem o Santos Dumont, o Arquimedes, o Alexander Graham Bell, o Levi Straus, o Martin Cooper e tantos outros.

E o que diríamos de Bill Gates?

E tem o google, o orkut, o Msn. Tá, é certo que alguém teve a idéia, alguém a divulgou e alguém ou alguns estão ganhando muitos dólares em cima disso, mas e se o autor da idéia a engavetasse? Se por puro egoísmo ou egocentrismo não repassasse a idéia a terceiros? Será que ainda estaríamos vivendo na idade da pedra? De cavernas em cavernas, de trevas em trevas, de homens caçando e mulheres caçadas?

Muitas palavras, frases e parágrafos para opinar sobre as cópias e os plágios que ocorrem em nossa blogosfera.

Para bom entendedor meio texto basta.

De que serve a internet se não para divulgar para todos aqui e em todos os lugares os textos, os artigos as fotografias? Penso que  tudo o que é publicado pode ser republicado, copiado, usado em pesquisas, nas escolas, no trabalho, nas residências, de um blog para outro ou em qualquer lugar que se fizer uma cópia para este fim, dando os créditos ou não.

O espaço na internet é de domínio público e quando escrevo ou leio nos blogs ou no google ou onde for, estou ciente de que tudo ou qualquer coisa pode acontecer, desde publicar os meus nossos textos integral ou parcialmente, até lincá-los em outros artigos escritos.

Esta é a minha opinião, discordo dos que dela divergem, mas defendo até a morte o direito de divergirem.

“Este artigo é de autoria deste “pretenso” dono de blog e está liberado para qualquer tipo de uso, cópia, plágio ou republicação”

A Amazônia é de todos nós

De quem é a terra? De quem é a água? Até o ar parece que tem dono…

Mas quem tem o direito de posse sobre o planeta terra? E sobre os outros planetas? E Marte! Será que Marte será nosso se encontrarmos água e conseqüentemente vida?

Parece que nada é de ninguém e tudo é de todos…

AmazôniaToda esta introdução para opinar sobre a Amazônia brasileira. É terra, mata, madeira e riquezas minerais que não acabam. É o pulmão do mundo. É cobiça de todos os povos.

Parece que, conforme notícias vinculadas, a divisão corre a solta. Brasileiros, americanos, alemães, suecos, não importa a nacionalidade, estão comprando terras e se instalando.

Não tenho nada contra as pessoas, suas origens ou credos, o que me preocupa são as intenções. Não adianta ter nascido no Brasil,nos EUA, na Alemanha se o indivíduo não presta, não tem escrúpulos e em tudo que faz só pensa em levar vantagens, pessoal e financeiramente.

O progresso é o que impulsiona uma nação, e, neste caso da Amazônia, o que necessitamos é criar normas e diretrizes ou se já existem, fazer com que o mundo usufrua dos recursos que lá existem sem prejudicar o meio ambiente nem a soberania nacional.

Sou contra os privilégios, para “A”, “B” ou “C”, mas a favor do desenvolvimento da região feita por brasileiros ou estrangeiros e não quero tomar uma posição de protetor dos fracos e oprimidos nacionalista pois isto é conversa para boi dormir enganar bobo.

Esta é a minha opinião.

Exploração sexual de crianças e adolescentes

Muitas são as vezes em que criticamos o governo os senadores e os deputados, mas tantas outras precisamos elogiá-los, como por exemplo nesta iniciativa da Câmara dos Deputados cujo texto recebi via e-mail da minha filha Patrícia que transcrevo na íntegra abaixo:
Brique da Redenção foi palco de mobilização no Dia Nacional de Combate à Exploração de Crianças e Adolescentes.
Um ato público realizado em um caminhão posicionado no Brique da Redenção, em Porto Alegre, marcou o Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, neste domingo, 18 de maio. Grupos artísticos da comunidade formado por jovens realizaram apresentações de música e dança na abertura do evento. Em seguida, representantes da rede de proteção à criança e ao adolescente entregaram às autoridades das esferas municipal, estadual e federal o Plano Municipal de Enfrentamento à Violência e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa do Direito da Criança e do Adolescente, ressaltou a importância destas iniciativas e criticou a naturalização da sexualidade infantil. “O nosso objetivo é mostrar que a violência contra a criança não é algo natural e deve ser enfrentado por toda a sociedade. No momento em que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) completa 18 anos, já temos o que comemorar, mas muito ainda por fazer, dialogando e pressionando contra a naturalização da sexualidade na infância”, defendeu a deputada.

No dia 14 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 4850/05, de autoria da CPI mista da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, realizada de 2003 a 2004 e da qual a deputada Maria do Rosário foi relatora. A proposta altera o Código Penal e a Lei de Crimes Hediondos para tipificar e ampliar a definição de crimes como estupro, tráfico de pessoas, prostituição e outras formas de exploração sexual. Além disso, o projeto prevê penas mais rigorosas para quem comete ou facilita a violência sexual infantil. Dos cinco projetos oriundos da CPI, este é o último a ser apreciado pela Câmara.

O ato público deste domingo foi promovido pelo Movimento pelo Fim da Violência e Exploração Sexual de Crianças, Fórum Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente (FEDCA/ RS), Conselho Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente (CEDICA/ RS), Fórum Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA/POA) e o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA/POA).

Origem da data

A data de 18 de maio foi escolhida como marco da luta contra o abuso e a exploração sexual porque, em 1973, em Vitória (ES), um crime bárbaro chocou o País e ficou conhecido como o Crime Araceli. Esse era o nome de uma menina de apenas 8 anos de idade que foi drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta. O crime, apesar de sua natureza hedionda, prescreveu impune.

Disque 100

Uma ferramenta importante para a luta contra a exploração sexual é o Disque 100, criado pelo Governo Federal, para que a população encaminhe as denúncias em segurança.

Não importa de quem venha a iniciativa, sei que também está rolando uma Blogagem coletiva em Defesa da Infâcia, gostei muito do texto da Luma.

O que interessa é que cada um faça a  sua parte, pois hoje é só(?) uma criança que é atingida, amanhã pode ser o seu filho e aí então poderá ser tarde para abraçares a causa.

Solidarize-se e engaje-se.

Meme/correntes

Lendo este artigo aqui, deparo-me com uma idéia que combina com algo que já queria ter manifestado.

Correntes como estas que vem sendo disseminadas nos blogs me causam asco, pois, ao meu juízo, nada contribuem para o crescimento deles.

As correntes, denominadas incorretamente de meme , vão sendo indicadas de um para outro blog e se proliferando tal qual uma erva daninha que infesta de perguntas a espera de respostas que invariavelmente são sinceras escritas a toque de caixa para não desagradar os amigos.

As correntes já se manifestaram de várias formas e em todos os meios da sociedade. Como aquelas que vinham por carta (mais recentemente por e-mail e muito usado no Orkut) e que se fossem quebradas algo de ruim poderia acontecer.

Correntes, pirâmides, tô fora.

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