Fazer a social
A Nathália é uma mutante. Não, ela não tem asas. Não, ela não lê pensamentos. Não, ela não fica invisível. Não, ela não isso e não aquilo. Tá bom, ela é inquieta, acometida de uma metamorfose camaleônica típica dos adultos adolescentes. Nunca está satisfeita com o que produz e isso é bom e está sempre buscando a excelência.
Neste artigo aqui ela fala do “Fazer a social” e pelos cometários parece que a maioria concorda com ela, mas eu me questiono: Como vamos acabar com esta praga? Quem é que a alimenta através de todas as gerações? Não acho a resposta mas concluo que hoje somos nós os atingidos mas amanhã faremos as mesmas coisas com os nossos filhos e nossos netos.
Por onde começam os nossos erros?
Tornar os nossos bebês uns bibelôs fazendo com que dêem “tchauzinhos”, atirem beijinhos, dancem o créu, imitem isto ou imitem aquilo. Assustá-los com a nossa psicologia de botequim criando “bichos-papões”, “sapos que pegam”, “papais-noéis”, “coelinhos da páscoa” e tudo o mais que facilita a vida dos adultos cada vez mais baseados preguiçosos.
É claro que a culpa toda não é nossa, pois por vezes tentamos e tentamos, mas aí vem os familiares, vem a escola, vem a sociedade em geral e confunde a cabeça dos filhos cuja educação tentamos direcionar da melhor maneira possível.
Neste ponto entra a nossa concientização:
Se sentimos hoje, na pele, tudo isto que citei, temos o dever de mudar esta história, melhorando a educação que damos aos nossos filhos e revendo o que nos aconteceu para não reeditarmos e amanhã ou depois, apertarmos as bochechas dos filhos de nossos amigos/amigas, ou tenhamos vontade de matar alguns ou a todos…
Toda esta introdução para opinar sobre a