Novos “chefes”, novos desafios
Quando menos esperamos, estamos de “chefe” novo. Todos temos algum tipo de reação.
O João fica feliz porque não agüentava mais o “chefe” anterior; O Pedro não gostou porque perdeu aquela carona certa das sextas-feiras; A Patrícia, sempre solícita, até já colocou flores na mesa dele; A Elisa pensando em reestrear todos aqueles minivestes e sandálias; O Milton mantendo-se neutro porque, já estando a muito tempo na empresa, sabe que vem chefe, vai chefe e pouca coisa muda, pouca coisa acontece…
Mas e o chefe.
Qual é a expectativa dele?
O que ele estaria pensando ou sentindo? Desligar-se de determinado setor, (ou loja ou departamento) onde trabalha com uma equipe formada e dirigir-se a outro, as vezes em outro bairro ou outra cidade, largar a equipe formada que, logicamente, não é a melhor ou a mais perfeita, para trabalhar com outra que precisa ser moldada?
Nestas hora, é evidente, o profissionalismo predomina mas a emoção também toma conta dos envolvidos, uns por despedirem-se de um longo convívio, outros pela expectativa e pela novidade.
Quando menos se espera está-se chefe de uma nova equipe, em um outro local, enfrentando novos desafios e tentando entrar no coração ou na cabeça de cada novo colaborador para conseguir tirar o máximo que cada um pode dar para atingir conjuntamente os objetivos e metas estabelecidos.
Este é o meu desafio a partir do dia 10 e esforço-me para alcançá-lo.
É evidente que se o Augusto já tivesse postado algo sobre isso minha tarefa seria facilitada…