Artigos da categoria ‘Frases incríveis’

18 de março de 2009

Filosofia de vida

Ontem, 17/03/2009, passei o dia num hotel no centro de Porto Alegre/RS, assistindo a um curso ministrado pelo RH da empresa,  sobre Recrutamento e Seleção de pessoal. Muito revi e muito aprendi.

O bom destes cursos é que nos encontramos com colegas de outras unidades da empresa o que nos possibilita a troca de experiências. (não quero dizer com isto que os intervalos são melhores que o curso propriamente dito, Suzana)

Entre uma conversa e outra conversei com um colega que, aqui chamarei de “Sr Amaral”, saiu-se com esta filosofia que faço questão de repassar e recomendar:

“Devemos fazer o nosso máximo, nas condições que nos são oferecidas e no local em que estamos exercendo a nossa atividade.”

Não sei se ele a copiou de alguém. Não sei se ele é o autor do pensamento. Só sei que é uma filosofia que adotarei e tentarei seguí-la no meu dia a dia, pois por vezes a pressão é muito grande, as metas nos parecem maiores do que deveriam ser e o não atingimento delas nos levam a frustrações inenarráveis.

Chega de stress.

5 de dezembro de 2008

O nordeste nunca mais será o mesmo ou será que nós nunca mais seremos os mesmos?

O nordeste nunca mais será o mesmo!!!!!

Esta frase recebi via mensagem no meu celular às 14:31h da última quinta-feira em que as nuvens teimavam em se sobrepor ao sol fazendo com que a  sensação térmica que sentíamos fosse uns 4 a 5 graus inferior a temperatura marcada pelos termômetros.

Fiquei curioso. Porque será que o nordeste não mais será o mesmo e porque esta mensagem veio a mim que moro tão distante de lá, aqui no sul onde o Brasil termina (ou começa)?

Será que o clima equatorial transformou-se em subtropical e os nordestinos estão plantando milho, arroz, soja, trigo e exportando para a Europa e os Estados Unidos?

Será que os governos e a iniciativa privada aumentaram o salário de todos os trabalhadores e agora eles estão recebendo um salário digno?

Será que o presidente LULA num arroubo de genialidade transferiu a capital da República, Brasília, para Recife ou Fortaleza?

Será que ocorreu um terremoto e arrasou todas aquelas belezas naturais lá existentes?

Ou será que é apenas uma frase incrível que foi usada estrategicamente para iniciar um diálogo entre eu e o remetente da mensagem?

Sei lá, mas por via das dúvidas fui ao computador, chamado pela Pamela, cliquei na caixa de entradas  e lá estava o e-mail com o assunto “Resultado do Concurso Recife/Fortaleza”.

Finalmente.

Chamamos os demais colegas (já contei aqui que trabalho numa rede de lojas de varejo) e abrimos o e-mail tão esperado por todos após a dedicação de todos em outubro e novembro para fechar as metas estabelecidas e passar percentualmente mais que as outras filiais concorrentes e vimos o resultado final:

G A N H A M O S

Risos, gritos, choro, abraços, emoção.

Serão sete dias  de turismo em Recife e Fortaleza, na segunda quinzena de janeiro/2009, com passagens, estadia, passeios, tudo grátis. Tudo.

Valeu pelo empenho. Pamela no crediário, Daiane, Taís e Rudimar – vendedores, Gisele – promotora e eu.

Realmente, a mensagem no celular era verdadeira e simbolizava uma mudança. Talvez o nordeste não mude, talvez mude e nunca mais seja o mesmo, mas de uma coisa eu tenho certeza, nós, depois desta viagem, desta experiência, nunca mais seremos os mesmos.

Obrigado aos patrocinadores. É bom trabalhar numa empresa assim.

30 de outubro de 2008

A tristeza da felicidade que perseguimos

“Tristeza porque você não vai embora e manda a felicidade em seu lugar”.

Esta frase incrível eu ouvia quase que diariamente, na minha infância, quando minha mãe ligava o rádio AM, naquelas emissoras confirmadas. Hoje a frase tomou conta da minha mente e quando percebo estou repetindo-a, ouvindo-a, lendo-a no ar, a minha frente, em palavras enfumaçadas como as expelidas pelos aviões à jato em exibições festivas.

Sentimentos tão antagônicos cantados em verso e prosa por um cantador gaúcho a demonstrar o estado de espírito de quem canta e/ou de quem ouve.

A tristeza é um sentimento que nos surpreende nas esquinas da vida e que nos envolve, por vezes, de tal maneira que parece que fomos atingidos por um quadro depressivo crônico.

Quando isto me ocorre, lembro-me da frase da canção e do que ela representava para mim quando a escutava, na infância distante, imaginando, então, tratar-se de substantivos que se auto substituiam.

A felicidade anulava a tristeza, que anulava a felicidade que anulava a…, assim como a fome era saciada pelo comer, a sede pela beber, o sono pelo dormir, a necessidade do afeto pelo amor.

Hoje percebo a profundidade do verso desta frase incrível e sinto uma admiração inexplicável pela canção e pelo seu cantor (já não lembro quem é), mas sinto que a felicidade está cada vez mais escondida na imbecilidade das pessoas que colocam para si metas inatingíveis, o que as deixam cada vez mais tristes e frustradas.

A felicidade está aqui, do lado, no sorriso de uma criança que brinca com seu carro imaginário, no gato que pula em direção a mosca que sobrevoa-o, na página final do livro que estamos lendo ou na véspera de um dia iluminado pelo sol ou molhado pela chuva fina e fria na calçada da rua, que é véspera de outro dia que acaba quando a noite chega e que é véspera de outro dia.

“Tristeza vai prá lá, saudade vai também e manda a felicidade em teu lugar”.

18 de julho de 2008

Qual é a medida certa?

Qual é a medida certa? Será que temos que ter medida? Será que fazemos as coisas na medida certa?    O Bolo terá o mesmo gosto se errarmos a medida dos ingredientes? A medida de um pode ser igual a medida do outro? Tem gente que não tem medida?

O que fazer na medida em que as dúvidas persistem?

Toda esta lenga-lenga para falar de homens e mulheres que freqüentam academias, fazem caminhadas, dedicam-se a dietas mirabolantes e apelam, inclusive, a vitaminas balanceadas compradas e vendidas em massa nas farmácias para conseguir aquelas medidas dos corpos esculturais (femininos e masculinos) de comercial de televisão.

Será que eles conseguem? Será que é necessário tanto sacrifício, que por vezes até afeta a saúde do sujeito? Ou será que não está na hora de acordarem e perceberem que estas medidas tão decantadas pelos estilistas e pela mídia são medidas inalcançáveis para a maioria dos mortais e que cada indivíduo deve encontrar a sua própria medida?

Não sou contra freqüentar academias, fazer caminhadas. alimentar-se balanceadamente, mas sem exageros, sem paranóias e não acredito que o João vai deixar de amar Maria porque o n° de sua calça não é o 38 ou o soutien que ela usa não seja o tamanho padrão estipulado.

Que cada um se ame e ame o seu corpo e ame a fulana e ame o beltrano na medida que lhe convier, ou faça como a banda de rock gaúcha brasileira Engenheiros do Hawaii para quem a medida de amar é amar sem medida…

Titulo da Música: Números
Artista: Engenheiros do Hawaii

Letra:

Última edição do Guiness Book
corações a mais de 1000
?e eu com esses números?
5 extinções em massa... 400 humanidades
?e eu com esses números?
solidão a 2... dívida externa... anos luz
aos 33 jesus na cruz... Cabral no mar aos 33
e eu ?o que faço com estes números?
a medida de amar é amar sem medida
velocidade máxima permitida
a medida de amar é amar sem medida
Nascimento e Silva 107... Corrientes 348
?e eu com esses números?
traço de audiência... tração nas 4 rodas
e eu ?o que faço com estes números?
7 vidas... mais de mil destinos
todos foram tão cretinos
quando elas se beijaram
a medida de amar é amar sem medida
preparar pra decolar
contagem regressiva
a medida de amar é amar sem medida
mega ultra híper micro baixas calorias
kilowatts...gigabytes
e eu ?o que faço com esses números?
a medida de amar é amar sem medida
preparar pra decolar
contagem regressiva
a medida de amar é amar sem medida
9 de dezembro de 2007

A frase que eu gostaria de ter dito

Outro dia, num artigo, citei uma frase adotada pelo Mário.

Hoje com muita inveja cito uma que ouvi, ouço, e ouvirei muitas vezes mais numa música da “Bidê ou balde” (Banda gaúcha que entre outras músicas canta Melissa).

Eu já disse “eu te amo”. Já fiz promessas mil para comprovar e provar o meu amor. Já movi montanhas, já inventei história. Já contei a verdade, mas este verso usado na música eu gostaria de ter dito:

“Se tu quiser que eu te leve eu aprendo a dirigir.”

Pode pensar o leitor mais distraído que se trata de mais um caso do Detran. Ledo engano.

Tem algo mais profundo do que esta declaração de amor feita metaforicamente numa frase que no contexto da música nos leva a todas estas reflexões?

Podemos em nome do amor infinito (enquanto dure) praticar atos simples e singelos para demonstrá-lo?

Pode ser que o autor nem queria dizer isto, mas cada um interpreta a sua maneira e eu queria ter aprendido a dirigir para te levar a todos estes lugares que querias estar.

Enfim, aprender a dirigir para poder levar alguém que queira ir é no mínimo, no mínimo…

. . . digam vocês.

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