A frase que eu gostaria de ter dito

Outro dia, num artigo, citei uma frase adotada pelo Mário.

Hoje com muita inveja cito uma que ouvi, ouço, e ouvirei muitas vezes mais numa música da “Bidê ou balde” (Banda gaúcha que entre outras músicas canta Melissa).

Eu já disse “eu te amo”. Já fiz promessas mil para comprovar e provar o meu amor. Já movi montanhas, já inventei história. Já contei a verdade, mas este verso usado na música eu gostaria de ter dito:

“Se tu quiser que eu te leve eu aprendo a dirigir.”

Pode pensar o leitor mais distraído que se trata de mais um caso do Detran. Ledo engano.

Tem algo mais profundo do que esta declaração de amor feita metaforicamente numa frase que no contexto da música nos leva a todas estas reflexões?

Podemos em nome do amor infinito (enquanto dure) praticar atos simples e singelos para demonstrá-lo?

Pode ser que o autor nem queria dizer isto, mas cada um interpreta a sua maneira e eu queria ter aprendido a dirigir para te levar a todos estes lugares que querias estar.

Enfim, aprender a dirigir para poder levar alguém que queira ir é no mínimo, no mínimo…

. . . digam vocês.

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