sexta-feira, 24 de outubro de 2008

As eleições no Brasil e nos Estados Unidos

Arrasto-me em meio as turbulências televisivas do horário eleitoral obrigatório e fico feliz pela redução de gastos com a energia elétrica que isto me proporciona. Desligo o televisor e mergulho nas páginas de livros que me fazem viajar no tempo e no espaço. Não preciso do “horário brasileiro de verão” para economizar.

Primeiro, segundo turno, candidatos e mais candidatos desfilando na tela transparente das emissoras que adentram nossa sala e se apresentam como salvadores de uma pátria que não é a minha, não é a nossa.

Moradores de cidade do interior, somos obrigados a assistir um duelo entre dois prefeituráveis  de uma cidade, a bela Porto Alegre/RS, que neste instante nada significa para nós. Já escolhemos os nossos vereadores, já escolhemos o nosso prefeito e continuamos na mira deste poderio da mídia que domina nossas cabeças e nos influencia rumo as eleições a governador, deputado, senador que só ocorrerão daqui a dois anos. Quem vencer as eleições, ou quem não vencer seguirá em frente, pois “a luta continua” e o voto do povo é soberano.

Sempre a mídia. Mas porque não? Porque ela dá uma cobertura extraordinária sobre as eleições nos EUA que ocorrerão daqui a 11 dias e não esclarece a população brasileira da forma como se a dá la pelos lados da América do Norte,  a nação que é tão forte como uma ação de banco que faliu (PQP).

Quem decide se B. Obama ou J.Mc Cain presidirá nos próximos 4 anos esta potência (?) mundial está em dúvida. Os delegados dos estados (viram, não é o povo e sim os delegados eleitos pelo povo que escolhem o presidente) até já haviam se decidido, mas agora, com esta crise, esta falta de confiança no mercado, esta falência e quebradeira geral, o risco de recessão, repensarão os seus votos e analisarão se vão para um lado mais liberal ou se se aliarão ao conservadorismo puro que é mais de sua índole.

Eu penso que elegerão J.Mc.Cain e pode ser por dois a um.

Categorias: Política
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5 Comentários

25 de outubro de 2008

Meu babalorixá pessoal pra assuntos aleatórios anda me dizendo que ainda não é dessa vez que vai dar pro Obama (não, não é o babalorixá que não vai dar pro Obama, é a situação mesmo)… o Tio Sam, mesmo em tempos de casa arrumada, nunca foi exatamente um praticante de grandes liberdades políticas. Obama presidente, hoje, nesse contexto em que a crise revirou a economia de pernas pro ar e a deixou com os fundilhos à mostra, seria quase uma libertinagem. Mas libertinagem, às vezes, ao menos nesses casos, pode ser o remédio não tão santo. Pode ser. Mas quem arrisca?

Acho que não é dessa vez.

Beijões!


25 de outubro de 2008

Aqui não teremos segundo turno e nos vemos livres dessa tortura! infelizmente. a decisão tomada por aqui não foi das melhores. Venceu um candidato que ninguém conhecia e que tinha total apoio da tual gestão (devidamente financiada e com recursos de sobre para uma campanha vitoriosa). Não conheço ninguém que tenha visto o nosso futuor prefeito nas ruas na época da campanha e muito menos, alguém que conheça sua carreira política! A única coisa que alguns sabem é que ele é irmão do tão popular Renan Calheiros! E, lógicamente, isso foi muito bem abafado durante a campanha… sei não…

Estou com medo dos próximos anos!!!!


25 de outubro de 2008

Prezado colega,

O Movido a Vapor foi indicado, pelo Criativo de Galochas, para o prêmio “Eu recomendo este blog”.
Acesse e continue a brincadeira. http://criativodegalochas.blogspot.com

Abs

Marcus, Criativo de Galochas

http://criativodegalochas.blogspot.com
http://picapaubrazil.blogspot.com
http://speedracergobrazil.blogspot.com


26 de outubro de 2008

Eu confesso, ando cheia de política. Assisti a um maldito debate sobre os candidatos a prefeitura de São Paulo e tudo que vi foi um ataque tolo e improdutivo. A candidata Marta parecia uma metralhadora. Conhecia bem demais (até de forma exagerada) a administração do outro, mas não apresentava nada quanto ao que pretendia fazer. Nem se deu ao trabalho de responder as perguntas que lhe foram feitas.
Quanto aos EUA, não vejo muita diferença do que acontece aqui. E do jeito que aquele país está, não faz muita diferença que vai ganhar, só é fato dizer que nenhum dos dois estão preparados o suficiente para administrar um país com tantos problemas com aquele. Mas há algum político no mundo que esteja preparado o suficiente para ocupar cargos? Eu não acho. Verdadeiramente os políticos parecem a escória do planeta. Busquem empresários sérios e preparados para administrar uma causa e entreguem o cargo a eles. Mas não esqueça de oferecer um excelente salário e lucros absurdos. Pronto. O mundo estará bem.
Bom domingo pra ti meu caro.


26 de outubro de 2008

Só pra constar, boletim eleitoral fresquinho: na minha cidade o novo prefeito é o antigo mesmo, reeleito, o mesmíssimo que na campanha passada foi desmascarado como falso médico.

Minha cidade vai passar mais 4 anos sendo administrada por um falso médico.

C’est la vie.


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