Acabou o Big Brother 2008
E agora Josés?
O Big brother acabou.O fulano saiu. A beltrana chorou. O ciclano ficou.
E agora Josés?
Quem ganhou quem perdeu não importa. É irrelevante.
Escrevi sobre o Big Brother quando do primeiro episódio desta edição em 12/01/2008 e hoje pouco antes do episódio final estou revendo alguns conceitos que emiti lá e nos comentários em alguns outros blogs como o do Marcus.
Meus colegas, meus familiares, meus vizinhos, o frentista do posto, o dono da quitanda, o pai da Michele, que não atirou no Bial quando decretou a saída do Marcos só porque não tinha arma, os conhecidos, os desconhecidos, todos, ou quase todos, assistem, emocionam-se, discutem, dão palpites, choram, torcem, decepcionam-se, votam e já estão na expectativa do Big Brother 2009.
Se há esse envolvimento, se milhares e milhares de pessoas deliciam-se com as cenas deste “reality show”, quem sou eu para remar contra a maré, quem sou eu para emitir conceitos definitivos sobre algo que não é definitivo.
O povo necessita do circo. O povo precisa sonhar, fantasiar. O povo exige aquele “Q” de qualidade que só alguns Meios de Comunicação conseguem dar.
Big Brother, novelas, futebol, filmes, notícias, toda a programação é dirigida, cabe a nós extrair, do que é exibido, aquilo que nos interessa e que possa produzir em nós os efeitos positivos que esperamos.
Se formos mais realistas do que o rei (já ouvi isto em algum lugar) e não fantasiarmos, nossa razão prevalecerá sobre a emoção e o azul, o laranja, o verde tornar-se-ão somente mais uma mancha num papel ou quadro qualquer.
Que venha o próximo milhão.
Não poderia concordar mais!!!
Até acho que a programação da tv aberta precisa melhorar - e muito!- a qualidade, pois a relação expectador-tv não é uma relação passiva, é completamentwe interativa. O que somos também é resultado do que está na tv, vc não acha?!
Mas de qq forma acho que programas como esse tem sua função social sim, e neste mundo de tanto sofrimento, quer saber? deixa o povo se divertir, né…
Eu me senti meio perdida no post porque só sei quem é o Pedro Bial. Hahaha.
Bom, que a programação da TV aberta precisa melhorar é bem verdade, mas já são tantos anos de programação ruim, que acho que haveria uma guerra caso programas melhores fossem postos no ar.
Ou então a falência das empresas, já que quase ninguém assistiria.
O que dá ibope, ibope MESMO é sexo, briga e corpos semi-nus (de mulheres, principalmente).
E concordo com você: deixa o povo se divertir.
Hahaha.
Beijo!
Pode até haver guerra, Nathália, mas que poderia melhorar, poderia. Nós ainda deligamos o TV mas e quem não tem este discernimento.
Concordamos, Renata, melhorar é preciso.
Bjs.
Hum, senhor Paulo R. Diesel… finalmente o encontrei! Há muito venho querendo agradecer pelas visitas sempre gentis ao meu espaço. Acabei encontrando uma pista do seu paradeiro lá no Novas Visões e eis que descubro que, além de um visitante simpaticíssimo, você é também um cronista de primeira. Bem pertinente a reflexão a respeito do BBB - que pode ser estendida a todas as outras pseudo-importâncias em nosso cotidiano. O que tirar de bom disso tudo? E de ruim? E será que há, mesmo, alguma coisa para tirar? Tantas questões. Gostei bastante.
Prazer em conhecê-lo.
Beijo, beijo, beijo.
Pois é Paulo,
de entretenimento, precisamos todos. E se a isso, entretenimento, juntar bons conteúdos…
Seria bom demais.
Eu ká tenho que admitir. BBB não gosto de ver, mas TV… ah! ela tem o seu espaço numa horinha do meu dia.
Abração
Jacinta
Hahahahahaha, acabo de escrever sobre o assunto. E estou aqui pensando no tal padrão Q de qualidade da Globo. Me incomoda a reclamação do brasileiro quanto a Globo. Ela reproduz exatamente o que as pessoas querem ver. Não fosse assim, por que razão ela seria lider de audiência como é. Mas ninguém assiste, não é mesmo. O BBB então, esse nem é visto. Mas tudo isso é realmente engraçado.
Beijos moço