A liberação do sexo ao ar livre

O amor é lindo. O amor com sexo é maravilhoso. O amor sem sexo é amizade - como diz a nossa Reta Lee.

Sempre defendi, nos meios em que convivo, que a relação entre homens e mulheres evolui de tal forma que é difícil saber onde vai parar, se é que vai parar.

Meu avô sempre dizia que ver o tornozelo de uma senhora em sua época era a suprema conquista; já na época do meu pai podia-se pegar na mão, namorar na sala com a presença de mais alguém; quando eu comecei a freqüentar as festas (tá, não faz tanto tempo assim) a supremacia do homem sobre a mulher ainda fazia-se sentir, o homem tomava as iniciativas, já se “ficava” (não tão abertamente como hoje em dia), a evolução acelerava.

Surgiu a fabricação e o consumo em massa dos anticoncepcionais[bb], a utilização da “camisinha” sugerida pelos pais ou por órgãos governamentais em campanhas maciças via meios de comunicação, principalmente no carnaval e depois do advento da Aids. A liberdade e igualdade da mulher aflorava e tomava conta.

Hoje, com toda a liberdade conseguida, as mulheres tomam a iniciativa, é só observar em bares, festas, nos parques , na faculdade, colégios e até no trabalho. Muitos homens se sentem acuados, mas outros deliciam-se com esta situação, daí vem me a mente esta

“Teoria sobre o comportamento sexual dos homens e mulheres“, que nada mais é do que a liberdade total, liberação geral.(Lembram como os cães e gatos fazem?). Deu vontade? É prá já e onde se está, sem escolher lugar, sem atentados ao pudor ou desrespeito às leis[bb]que já começaram a ser modificados pela Holanda (o país mais liberal do planeta), onde a partir de julho/2008 serão liberadas relações sexuais em praça pública, sem sofrerem nenhum tipo de punição. Claro que haverá algumas regras como o horário - somente após escurecer, não produzir barulhos que perturbem os demais frequentadores dos parques entre outras coisas.

A diferença entre homens e animais está cada vez mais distante.

Os animais pelo menos, tem um atenuante, além de serem irracionais, as fêmeas entram no cio e o coito só se realiza para a reprodução. Já os homens e as mulheres, o que menos querem é a reprodução, e no cio, bem, alguns ou algumas parecem que estão no cio permanentemente.

Mas isto também é problema de cada um…

Filé de peixe ao forno com batatas

Houve uma época em que o preço do peixe[bb] era menor, talvez por ter menos poluição nos rios e mares ou porque existia alguém que conseguia multiplicar os peixes com a maior facilidade para saciar a fome do seu povo.

Depois disso, veio a poluição, a ganância financeira, os peixes sendo criados em viveiros e o peixe nosso de cada dia, indicado por nutricionistas como sendo importante nas nossas dietas, cada vez mais caro e de difícil acesso.

Os cristãos celebram a semana santa e muitos jejuam ou consomem somente a carne de peixe. Lembro-me que na minha infância meus pais, religiosos fervorosos, seguiam a risca esta tradição e não consumiam de forma alguma carne vermelha neste período.

Aqui em casa, hoje em dia, incluímos peixe sempre que possível no nosso cardápio[bb]. Domingo, segunda, terça, não importa o dia. É peixe frito, grelhado, a milaneza, na chapa, no forno que é a receita que passo a sugerir.

O peixe pode ser o de sua preferência, gostamos de usar filé de pescada, em torno de 500 g, já temperado.

À parte, numa panela ao fogo, prepare o molho, duas cebolas médias, cinco a seis tomates, sal, pimenta, pimentão, orégano, milho, ervilha, azeitonas fatiadas. É claro que pode-se usar o molho pronto e adicionar os temperos que se quiser, mas isso fica a critério de cada um. Quando o molho estiver pronto derrama-se sobre o peixe no refratário e leva-se ao forno pré-aquecido a 200 graus. Neste momento põe-se a batata para cozer (em torno de 15) . Quando a batata estiver no ponto escorre-se e coloca-se sobre o peixe, cobrindo-a com manteiga e queijo ralado. Levar ao forno para gratinar.

Estas quantidades são para três pessoas.Filé de peixe ao forno com batatas

Para acompanhar - saladas a gosto, sem esquecer um bom vinho tinto[bb]

Agora é só degustar.

Homens, o verdadeiro sexo frágil

Ontem passei a tarde dentro de um hospital. O Hospital São Lucas-PUC/RS.
Fui acompanhando minha esposa que está com alguns sintomas que a preocupam.

Mulher é um ser humano complicado. Depois de dois partos normais, uma cezariana, duas cirurgias de fístula, uma cirurgia de visícula, apêndice e até a estirpação das amigdalas, aparece com suspeita da Doença de Crohn.

É evidente que a médica, conheci-a ontem no consultório, requereu exames de sangue, Endoscopia, Colonoscopia, cujo processo acompanhei, no mesmo hospital e cujos resultados ficamos sabendo agora.

A evolução dos diagnósticos da medicina me deixam boquiaberto, com aparelhos sofisticadíssimos e completamente computadorizados, os médicos e suas eficientes enfermeiras penetram no nosso corpo e dissecam milímetro por milímetro a procura do motivo que possa estar nos causando o desconforto e em seguida implantar o tratamento tão necessário para nossa cura.

Sala da médica (só meia hora de atraso), pasta com os resultados sobre a mesa. conversa formal entre médico e paciente (e eu ali de testemunha) e rápidas conclusões:

É uma inflamação e os achados do diagnóstico endoscópico dão conta de que podem ser compatíveis com a Doença de Crohn.

A dr. Marta receitou Pentasa 500 Mg  para observar a evoluçao e o provável declínio da inflamação e futuro exame sanguíneo para constatação.

A mulher é um ser humano complicado, mas se fosse para mim, homem, forte (que sente vertígens só de pensar no cheiro de hospital ou desmaia ao ver sangue), passar por tantas cirurgias e diagnósticos e além de tudo, não ter problemas com colesterol, triglicerídeos ou pressão arterial e enfrentar tudo com a maior naturalidade, já teria desistido.

Afinal somos o sexo forte e coisas pequenas assim não nos derrubam.

A Páscoa e nossos pecados

As vezes fico imaginando o futuro e as pesquisas que farão sobre o nosso tempo daqui a 100/200 anos.

-”Olha só o que descobri: reuniam-se em um prédio de concreto, arredondado, alguns cobertos, e bem no centro tinha um gramado onde alguns corriam de lá para cá atrás de uma circunferência de couro”;

-”Observem estas imagens: parecem veículos de transporte, andam no chão e numa velocidade muito lenta (160 km/h)”.

Muitas coisas interessantes e profundamente inéditas poderão ser estudadas. Tem os cemitérios, os postos de gasolina, a dança do créu, as praias, mas como ainda não existe o teletransporte, ou a viagem através do tempo (será que não existe mesmo?) não consigo ir até o futuro e fico só na imaginação, continuando a escrever sobre o passado e o presente.

Dia 23 de março será o Domingo de Páscoa, precedido do sábado de aleluia, da sexta-feira santa, enfim da semana santa.

Na minha infância/adolescência estes dias santificados eram muito mais considerados datas religiosas do que hoje em dia em que a maioria do povo aproveita o “feriadão” e nem sabe o real significado da Páscoa.

Morando no interior do interior, numa época em que o consumismo não era tão desenfreado e que fabricávamos nossos próprios brinquedos com sucatas, a sexta-feira santa era sagrada. Não se podia falar alto, subir nas árvores frutíferas para degustar os frutos, correr ou jogar bola nos potreiros (campo cercado onde se prendia o gado). A molecada jasia prostrada aos quatro cantos da casa ou da área que englobava a propriedade.

Tudo era pecado. Nem tudo, ou, nem para todos tudo era pecado.

Os pais do Milton, meu amigo de infância, tinham uma enorme propriedade agrícola e de pecuária, onde todos os dias ordenhavam as vacas e as soltavam no potreiro, mas nas sextas-feiras santas deixavam o gado confinado nas estrebarias (local onde o gado ficava de noite ou quando chovia e era alimentado) e liberavam o campo, onde, imediatamente, colocávamos as golerias já fabricadas, demarcávamos o gramado e após a escolha dos times, em média 15 para cada lado, jogávamos, jogávamos e jogávamos.

As vezes nem almoçávamos, as vezes o jogo iniciava após o almoço, as vezes já estava escuro, anoitecendo, e continuávamos a jogar.

Por alguns anos nos encontrávamos na casa do Milton, nas sextas-feiras santas e nossos pais nem sabiam que era para jogar futebol (qualquer movimento mais brusco era proibido)

Era uma época de restrições mas também de procura de alternativas e quando encontrávamos alguém com uma visão mais liberal dos fatos, como os pais do Milton, em quem podíamos nos apoiar, chegávamos a conclusão que muitas coisas ainda, e sempre, poderiam ser alteradas e que nem todos os pecados são tão pecados assim

Coisas que todo frigobar de hotel deveria ter

Leio quase que diariamente o blog da Lu Monte - Dia de Folga
hoje ela escreveu sobre as coisas que todo frigobar… e resolvi dar a minha opinião:

Nas viagens que faço e nos hotéis que freqüento sempre encontro no frigobar todas as coisas que o hóspede tem direito: refrigerante, cerveja, água (com e sem) chocolate, salgadinhos e fico olhando e me perguntando:

-Para que tanta coisa dentro de uma mini geladeira se nem vou degustar nenhuma delas?

E a resposta vem de imediato:

-É um serviço que é prestado pelo hotel para valorizar o apartamento e encarecer a diária.

Será que estou sendo muito duro ou será que se eu procurar no bar em frente ao hotel[bb] pagarei no mínimo 30% a menos que no próprio hotel? Será este o preço da comodidade
ou será que estou com a minha conta bancária tão recheada que não preciso barganhar nenhum desconto?

Claro que as vezes todos os bares da vizinhança do hotel conspiram contra mim e fecham ao mesmo tempo me deixando sem saída e num arroubo de pura necessidade abro mão do meu “pão-durismo” e avanço no refri, na água, na cerveja ou no salgadinho[bb], mas é só para matar a sede ou a fome…(rs)

Por fim quero dizer a Lu que a lista dela está completa e se encontrasse todos estes produtos no frigobar deixaria-os lá, para não modificar o layout interno da mini geladeira. Hehehe.

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