A ceia do Natal

Ainda restam 3 dias.

Alguns presentes já compramos, outros ficarão para a última hora. É tempo de comprar o chester para a ceia. (Go to the shopping.)

A ceia será modesta (gosto de chamar de ceia, mas é e sempre será um jantar como outro qualquer).

  • 1 chester - Fazer conforme instruções do fabricante;
  • Arroz à grega - Arroz, cenoura cozida, pimentão, milho, ervilha, passas;

 

  • Salada de batatas - Algumas batatas cozidas, milho, ervilha, cenoura, tomates picados, atum (tirar bem o óleo), sal e vinagre a gosto e maionese;
  • Salada de alface, brócolis, cenoura e beterraba raladas;
  • Salada de tomate cereja - Picar os tomates em quatro, acrescentar sal, óleo de oliva, óregano e queijo parmesão ralado;

 

  • 1 picanha (em torno de 1,5 Kg) - Fazer no forno pré-aquecido a 200 graus, colocando-o numa forma untada, cobrir a carne com sal grosso.Cozimento em torno de 1 hora.

Dependendo da quantidade de pessoas acrescentar mais carne, mais arroz ou mais saladas. É uma refeição bem leve (apesar da picanha) mas preferimos assim, pois do natal até o ano novo não faltará oportunidade para o famoso e suculento churrasco.

Bom apetite.

 

O tubarão

O fogo

queimava as entranhas

do tubarão afogado.

A água doce

apagava o fogo de palha

que se espalhava sobre o mar.

O tubarão queimado

pedia água

para acalmar a sede ou

afogar as mágoas

de mais esta

aventura

que teimava em

acabar.

O natal em nossas vidas

Tem natais e natais.

Lembro-me dos que vivi na infância onde os presentes eram raros pois era uma época difícil e a crise já estava instalada. Não entendia, na época, porque sempre recebia roupas dos pais “noel” e porque os amiguinhos recebiam brinquedos.

Lembro-me dos que participei como pai e nos esmerávamos para dar algo que alegrasse os filhos pequenos, além do “sapatinho na janela do quintal” para que todos recebessem balas e/ou chocolates, apesar da crise.

Na verdade nunca fui muito adepto a este consumismo desenfreado nestas datas festivas, até que fui trabalhar num ramo que vive em função delas.

Hoje, com toda a crise, reunimo-nos no trabalho (amigo secreto) e trocamos presentes. Reunimo-nos em família para cear e trocar presentes, ninguém fica sem e com isto o comércio (que meu patrão não me leia) sobrevive e a tão badalada crise é empurrada adiante em 15 - 18 - 20 - 25 prestações.

Será este o verdadeiro espirito natalino? Ou será que o espirito natalino está voltado às religiões, à deus e a toda a humaninade que (cada vez mais pobre) se irmana na fé agarrando-se e vivendo de ilusões.

Bali - Kioto / precisamos de soluções

Traçar um mapa para tentar combater o aquecimento global como este que traçaram nesta reunião da ONU em Bali (Indonésia) - a 13 Conferência das Partes sobre o clima é e deveria ser saudada por todos nós, mas se observarmos os resultados alcançados a partir da assinatura do Protocolo de Kioto (este os EUA não assinaram) veremos que são pífios.

O Mapa do Caminho de Bali é o documento (assinado na última hora pelos EUA) que servirá de base para as reuniões e decisões a serem tomadas com vigor até 2009, onde o tema desmatamento será o mais enfocado.

Sabemos que o objetivo dos países é o Macro, mas nós habitantes deste planeta que está cada vez mais problemático, podemos agir no Micro e contribuir para a melhora do meio ambiente .

Estou fazendo parte da minha parte.

Gastar menos água, poupar energia elétrica, cultivar as próprias hortaliças (sem agro-tóxicos), tentar poluir o mínimo possível e conseguir novos adeptos não deixando tudo nas mãos de pessoas como alguns representantes brasileiros (180 na conferência) de cujas intenções devemos duvidar.

Conforme diz Élio Gaspari em sua coluna no Correio do Povo (16/12/2007) o principal representante enviado pelo Brasil é o Governador do Mato Grosso que é conhecido na região pelo seu apetite voraz pelo desmatamento em defesa do plantio do soja.

Se os representantes do Brasil (que é um país sério…) são assim, imaginem os demais do norte e da Europa.

Não, nem imaginem, façam a sua parte.

Uma refeição para ser feita em qualquer dia - Lasanha

Sábado. Noite. Véspera de domingo. Antes de sair para as festas, jantar. Combinamos a tarde (depois eu engordo uns quilinhos e a Camila não vai querer assumir a sua culpa).

Cardápio: Lasanha.

Já comentei anteriormente que gosto de cozinhar, não sou especialista, mas sei fazer um pouco de tudo.

O molho estava sendo preparado pela esposa e pela filha (hoje - carne moída ou guisado, mais ou menos 1/2 Kg, uma cebola grande, alho, tomates e temperos a vontade, deixar bem molhado, quer dizer, fazer a carne com bastante molho para colocar sobre a massa).

Minha tarefa: preparar a massa da lasanha - 02 ovos batidos num recipiente, acrescentar farinha aos poucos até engrossar e abri-la sobre a mesa com um rolo (aquele rolo “amansa marido”) o mais fino possível.

Deixar a massa descansar até que o molho esteja pronto. (Pode ser massa comprada em supermercado). Cortar a massa no tamanho da forma que usar. A primeira camada - molho, em seguida massa e novamente o molho, acrescentar queijo (pode ser muzzarela), podem acrescentar presunto, ovos cozidos, e tudo o mais que tiverem a mão. Repetir esta operação até que a forma estiver cheia. Colocar a forma num forno (elétrico ou a gás ou a …) pré aquecido em mais ou menos 200 graus.

Furar as massas com uma faca para que não cresçam em meio a cocção.

Mais ou menos 20 minutos e a lasanha estará pronta.

Acompanhamentos: arroz branco;

Salada - hoje - tomate cereja/alface sem agro-tóxicos, colhidos na própria horta (podem fazer uma maionese, uma salada de beterraba, uma salada de qualquer coisa pois tudo cai bem);

Estes são os tomates antes de amadurecer

Vinho tinto seco - hoje umas Skol geladas pois está muito quente.

Agora é só comer e tentar não cometer o pecado mortal da gula pois a tentação será grande.

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