Artigos de outubro de 2007
A higiene é fundamental em restaurantes e similares
Ontem fomos ao shopping.
Ver e rever as vitrines e jantar.
Tem um restaurante muito bom, servem buffet e a comida é muito saborosa.
Enquanto jantávamos veio-me a mente um pensamento que já compartilhei em outra oportunidade com minha esposa (aliás esta observação partiu dela).
Sempre dávamos preferência a restaurantes que serviam “a la Carte” mas como a maioria evoluiu para o buffet, também aderimos.
O que questiono no buffet não é a variedade de saladas, de pratos quentes, de carnes e até a variedade das sobremesas, o que questiono é a higiene.
Analisem comigo:
Os pratos empilhados em uma das extremidades do buffet, a fila ali, andando e cada um pegando o seu (já vi impressões digitais, no prato que usaria, de todos os tipos)
Nas cubas fartas uma, duas colheres passando de mão em mão.
As vastas e menos vastas cabeleiras avançando sobre as cubas, e se debruçando sobre elas para se servir e ver o que estão se servindo.
Vez por outra vem o responsável pela reposição, joga uma travessa cheia na cuba e mistura bem com o que ainda havia lá dentro (isto é feito bem discretamente, mas observem que verão).
Por fim chegamos ao final do buffet, pegamos os talheres (dentro de uma caixa cheia deles) pesamos o prato que nos servimos (é evidente que 1/3 seria suficiente) e nos dirigimos à mesa.
Os donos de restaurantes conseguiram reduzir os seus custos e nós que fazemos todo o serviço, que antes era feito por garçãos, compartilhamos toda a contaminação involuntária que causamos com os demais frequentadores.
Sei que o controle do órgao responsável pela higiene nas cidades é rigoroso, mas faz-se necessário uma visita aos restaurantes nos horários em que são frequentados.
Você que viveu alguma experiência deste ou qualquer outro tipo está intimado a relatá-lo para que sirva de alerta a todos.
Doar ou não doar órgãos, eis a questão!
Quem nunca soube de alguém que precisasse de sangue, de um coração, rin, fígado ou qualquer outro órgão para sobreviver?
O drama de quem necessita e enfrenta filas é enorme. Muitos são os que precisam e poucos os que doam.
Vi uma entrevista de uma pessoa que sobrevive, hoje, graças a um coração recebido e é emocionante ouvir o relato da longa espera, da operação e da vida nova que a pessoa começa.
Não consigo entender porque nos recusamos a salvar vidas (será que isto é só tarefa de “Deus”?) com um simples gesto, um doar a outrém o que ainda de bom funciona em nossos corpos.
Havia uma lei em que todos os brasileiros eram doadores a menos que declarassem-se “não doador”, mas agora doação só com autorização da família.
É hora de nos sensibilizarmos.
E cada um, no seu círculo, influenciar os amigos e colegas e familiares a se tornar um doador de órgãos , antes que seja tarde, e, lá do hospital ou quem sabe de uma fila de espera, estarmos aguardando o nosso doador…
Contra-mão
Está morta
Apesar da respiração
Esta tranquila
Apesar da agitação
Diz que sim
Apesar de pensar não
Tenta esconder
Mas mostra a emoção
Procura se esquivar
Apesar da tentação
Vem pela direita
Mas está na contra-mão
Vive só
E diz não estar na solidão
Sente o peito
E esconde o coração
Está com os pés na lua
E diz estarem no chão
Pensa em bobagens
Vem a mente maldição
Continua pela direita
Continua na contra-mão.
Gatos unidos jamais serão vencidos
Quase todo mundo tem um gato. Aqui em casa temos 3 muito bem amados (pela esposa, pela filha, pelo filho…).
Temos o Tigre que é o mais velho. Sabemos que ele nos ama quando está com fome e vem nos acariciar roçando o seu pelo em nossas pernas. Amor este que vai até o momento em que colocamos a ração em seu prato que é consumido rapidamente e na corrida porta afora a procura de um canto para curtir a sua solidão.
Tem o Mimoso (poderia ser Bolo Fofo) que pesa em torno de 7 Kg. Era mais ágil quando mais novo mas agora só come, bebe, dorme e dorme e dorme e come e bebe. Sempre chega atrasado ao banquete mas é o que mais come, do seu prato, do prato do Tigre e do prato do Fredi (que é o terceiro gato).
O Fredi é o mais novo. É o mais inteligente dos três (segundo minha esposa). Vem à porta nos receber quando viemos da rua, corre de um lado para outro em disparada dentro de casa, deita-se sobre nossos pés, gosta muito de colo (e insiste) atira-se ao chão e fica esparramado por um longo tempo. Gosta de deitar-se em cima da roupa que deixamos sobre a cama. É um grande parceiro.
Passamos o aspirador de dois em dois dias na casa a cata dos pelos que o Fredi perdeu sobre o tapete, sobre o estofado, sobre a cama, sobre o piso da casa nas suas mirabolantes corridas diárias.
Temos um gasto (eu diria investimento) com a compra de ração e eventuais idas ao veterinário , mas isto eu desconsidero pois o convívio com eles é a melhor terapia para o “desestressar” da família.


Separar o lixo caseiro é necessário
Aqui em casa somos preocupados com o futuro da humanidade.
Procuramos não gastar água em excesso, consumimos verduras orgânicas e tudo o mais que for possível fazer, fazemos, separamos, inclusive, o lixo.
Hoje, como faço todos os dias, dirigia-me ao trabalho e no caminho deparei-me com o caminhão do lixo que estava a recolhê-lo.
Ele trafegava pela contramão, no sentido contrário ao que eu trafegava e tive que passar por ele, também, na contramão. É uma via de pouco fluxo, certifiquei-me de que não vinha nada e fui. Quando já ia passando pelo caminhão e pensando em pegar novamente a direita para continuar o meu percurso, “KATAPLUFT”.